Densitometria óssea: quem deve fazer e por quê? | Firme Forte | Osteoporose

Densitometria óssea: quem deve fazer e por quê?


A densitometria óssea é um exame que permite medir a densidade mineral dos ossos e compará-la com os valores esperados dos adultos jovens saudáveis. O objetivo é diagnosticar osteoporose ou monitorizar seu tratamento. “A densitometria é o melhor método para avaliar a massa óssea, e também para predizer o risco de fraturas por fragilidade óssea” diz a reumatologista Vera Szejnfeld, diretora científica da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO).

Segundo a reumatologista, os ossos mais afetados pela osteoporose são o fêmur, a coluna e o punho. Por isso, esses costumam ser os locais do corpo mais examinados no momento de obter imagens para diagnóstico. “A densitometria é utilizada no acompanhamento dos casos de osteoporose e osteopenia e de outras enfermidades que evoluem com perda óssea”, acrescenta a Dra Vera.

Por isso, é importante que o exame seja realizado, pelo menos, uma vez, por mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70. A densitometria óssea também é recomendada nos seguintes casos:

- Mulheres na pós-menopausa;
- Pacientes com doenças da tireóide;
- Pessoas com história familiar de fratura ou de osteoporose;
- Fumantes, sedentários ou etilistas;
- Pacientes com doenças reumáticas, cálculo renal ou doença gastrointestinal, bem como aqueles em uso constante de corticosteróides;

Como se faz o exame?

Para passar por um exame de densitometria óssea não é necessário se preparar de maneira especial ou permanecer em jejum. Deve-se apenas evitar medicamentos que contenham cálcio para que isso não interfira na medição realizada pelo exame. O procedimento costuma durar de 15 a 30 minutos. Ao fazê-lo, recomenda-se que o paciente escolha roupas leves e sem adereços de metal, como zíper, botões, entre outros acessórios do tipo.

Muitos centros de saúde fornecem batas aos pacientes. “Embora a exposição à radiação seja baixa, mulheres grávidas não devem realizar esse exame”, lembra a doutora.

Outras condições que atrapalham o exame

Pessoas com deformidades da coluna ou pacientes que tenham sido submetidos à cirurgia da coluna ou artroplastia dos quadris têm limitações para realizar o exame. Fraturas ou osteoartrite também podem interferir nos resultados obtidos pela densitometria.

Crédito da foto: Valeria Heine

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Para previnir a osteoporose: consuma mais alimentos com cálcio e vitamina D, tome mais sol e faça mais exercícios com algum impacto. Não deixe de fazer os exames preventivos, incluindo a denistometria óssea.

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O dimensionamento do problema da osteoporose no Brasil é muito importante para que medidas de prevenção e tratamento eficazes sejam implementadas.

Partindo da premissa de ser um problema de saúde pública, uma vez que atinge cerca de 30% das mulheres após a menopausa, de acordo com os estudos epidemiológicos nacionais (SAPOS, SAPORI, VIGITEL), a população, médicos e outros profissionais de saúde, bem como políticos e organizações não governamentais, precisam unir forças para enfrentar e superar essa relevante questão de saúde.

Dr. Marcelo Pinheiro, Reumatologista da Unifesp e Chefe do Ambulatório de Osteoporose

21/09/2011

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“A osteoporose é real e afeta a todos. É preciso mobilizar a todos e mostrar que embora difícil, é possível conviver com a doença, trabalhar e ter uma vida normal.”

Suely Roitman, Presidente da FENAPCO

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