4 tipos de alimentos que protegem contra a osteoporose

Alimentar-se da forma correta e balancear bem os nutrientes ingeridos é fundamental para prevenir diversas doenças e atingir uma qualidade de vida superior. No caso da osteoporose não é diferente: comidas ricas em cálcio e vitamina D são importantes para quem quer evitar ou tratar a osteoporose. Conheça alguns deles:

1)      Leite: o Ministério da Saúde aconselha que adultos consumam de 1.000 mg a 1.200 mg de cálcio por dia. Um copo de 250 ml de leite contém 300 mg de cálcio.

2)      Derivados do leite: o iogurte, por exemplo, possui quase a mesma quantidade de cálcio que o leite e podem vir enriquecidos com vitamina D que previne a perda de cálcio dos ossos. Queijo também é uma boa opção. Alguns são feitos sem lactose, caso a pessoa sofra de intolerância à essa substância.

3)      Salmão, atum, truta e sardinha: Esses peixes contêm boas quantidades de vitamina D. Uma dieta rica em vitamina D e a prática regular de exercícios físicos ajudam a prevenir a perda de massa óssea.

4)      Vegetais verde escuro: ricos em cálcio, podem ajudar a dieta para osteoporose.

 

9 dicas para prevenir a osteoporose

Como diziam os mais velhos: prevenir é melhor do que remediar! E se você pensa que isso vai exigir grandes esforços, está enganado. Pequenas atitudes e cuidados são capazes de proteger contra o surgimento desta doença. Mesmo que você nunca tenha colocado em prática nenhuma das dicas, não desanime. Nunca é tarde demais!

1) Evite quedas e acidentes domésticos. Pequenos acidentes em casa podem ocasionar fraturas sérias em pessoas que têm tendência ou já estão em processo de osteoporose.

2) Evite o sedentarismo. Faça exercícios físicos.

3) Alimente-se corretamente. Tenha uma dieta equilibrada e rica em laticínios, peixe, vegetais verdes, legumes, frutas.

4) Tome sol pelo menos por 15 minutos todos os dias. O melhor horário é das 11h ao meio-dia.

5) Não fume! O cigarro acelera a perda de massa óssea.

6) Evite bebidas alcoólicas! A ingestão excessiva de álcool acelera a perda de massa óssea.

7) Se tiver predisposição, faça exames regulares. A partir dos 50 anos, é importante medir a massa óssea por meio de exames de densitometria.

8.) Na menopausa, converse com o ginecologista ou especialista em osteoporose sobre a necessidade de suplementação hormonal, cálcio e vitamina D.

9) Atenção com medicamentos de uso contínuo que estimulem o aparecimento de osteoporose, como corticóide, anticoagulantes, antiácidos, anticonvulsivantes, entre outros, podem requerer um tratamento preventivo contra a doença.

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7 fatores de risco para osteoporose

A osteoporose é uma doença que se manifesta de forma discreta. Enquanto o “pior” não acontece é comum que as pessoas não saibam que têm a doença e que precisam tratá-la. Por isso é importante conhecer os fatores de risco que levam ao surgimento do problema. Veja a lista abaixo:

1) Não ir ao médico: faça exames periódicos! Eles irão permitir o diagnóstico precoce e aumentar as chances de sucesso do tratamento.

2) Alimente-se bem: a pressão social por um corpo esbelto leva a uma preocupação excessiva com o peso. Porém, estar abaixo dele também é um fator de risco!

3) Idade: conforme os anos avançam as chances de ter osteoporose aumentam. Portanto o cuidado deve aumentar com o passar dos anos.

4) Cor branca: pessoas que tem a pele clara têm maior predisposição a desenvolver a doença. Cuide-se!

5) Histórico familiar: se alguém da sua família já teve problemas de fratura de fêmur, fique alerta. Isso aumenta suas chances de ter osteoporose.

6) Tabagismo: fumar não ajuda em nada, em nenhuma situação. Se você ainda praticar este ato, está mais do que na hora de parar

7) Cortisona: quem utiliza esse medicamento por longos períodos, mesmo que em baixas doses, precisa redobrar os cuidados.

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