20 de outubro: primeira fratura é o alerta para cuidar da osteoporose, evitar outras fraturas e, até mesmo, a morte | Firme Forte | Osteoporose

20 de outubro: primeira fratura é o alerta para cuidar da osteoporose, evitar outras fraturas e, até mesmo, a morte

Campanha da IOF – International Osteoporosis Foundation foca na necessidade de diagnóstico e tratamento adequados, principalmente após a primeira fratura osteoporótica, para evitar novas fraturas que podem comprometer a qualidade de vida e levar à morte

Estima-se que a cada três segundos ocorra uma fratura osteoporótica em algum lugar do planeta. Assustou-se só de imaginar? Sim, os dados realmente são alarmantes. Após os cinquenta anos de idade, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens sofrerão pelo menos uma fratura no resto de suas vidas.

Em mulheres acima dos 45 anos, a osteoporose é responsável por mais dias de internação do que qualquer outra doença, incluindo diabetes, infarto do miocárdio e câncer de mama.

A intenção não é ser sensacionalista, mas alertar para o problema sério que é a osteoporose no mundo todo! E é exatamente essa a ideia da IOF – International Osteoporosis Foundation, ao lançar esse ano a campanha “Pare na primeira – Faça com que a sua primeira fratura seja a última” (em inglês, Stop at one), que será lançada no dia 20/10, Dia Mundial da Osteoporose.

Segundo o site www.diamundialdaosteoporose.com.br (que centraliza todas as informações da campanha), o objetivo de “Pare na primeira” é ajudar a aumentar a conscientização da prevenção da segunda fratura.

São três mensagens importantes que qualquer pessoa pode ajudar a divulgar:

1. As fraturas por fragilidade não são acidentes

Cada ano, milhões de adultos, majoritariamente idosos, sofrerão uma devastadora fratura de quadril causada por uma simples queda da própria altura. Outros milhões sofrerão fraturas na coluna, pulso, ombro e pélvis. Estas fraturas não são acidentes! É provável que a causa subjacente seja a osteoporose.

2. As fraturas são sinais de alerta: uma fratura leva a outra

Uma pessoa que sofreu uma fratura osteoporótica tem duas vezes mais possibilidades de sofrer outra no futuro, caso não tenha sido diagnosticada e tratada de osteoporose.

Aproximadamente metade de todas as pessoas que tiveram uma fratura osteoporótica terá outra, com o risco de novas fraturas aumentando exponencialmente após cada nova ocorrência.

Uma em cada quatro mulheres que teve uma nova fratura vertebral terá outra dentro de um ano.

Mais de 50 anos e teve uma fratura? Faça o teste – Receba tratamento

Se você tem 50 anos ou mais e sofreu uma fratura, deveria consultar o seu médico para fazer uma avaliação clínica que inclua um exame de densidade mineral óssea e, se estiver disponível no seu país, o teste online de avaliação de risco de fratura (FRAX®). Baseado nos resultados, o seu médico estará em condições de recomendar o que você pode fazer para reduzir sua predisposição a futuras fraturas.

A preocupação com a primeira fratura não ocorre à toa. As consequências de uma fratura devido à osteoporose são extremamente graves, afetando a qualidade de vida e provocando a morte.

Com relação à qualidade de vida, a fratura osteoporótica pode ocasionar dor crônica, imobilidade, e incapacidade a longo prazo, muitas vezes levando à perda de qualidade de vida e de independência.

Entre 20 e 24% das pessoas que tiveram uma fratura de quadril morrem no período de um ano após a fratura, e fraturas de coluna também são associadas ao aumento do risco de morte.

Infelizmente, a realidade é que a maioria dos hospitais e clínicas falha na investigação da primeira fratura, deixando os pacientes sujeitos a um futuro de sofrimento e enfraquecimento. Não é oferecida avaliação e/ou tratamento de osteoporose para mais de 80% dos pacientes de fratura, apesar de existirem medicamentos eficazes que podem reduzir significativamente o risco de fratura em 30 a 70%.

O que você pode fazer para participar da campanha “Pare na primeira” e ajudar a divulgar a causa?

Participe dos eventos e campanhas do Dia Mundial da Osteoporose organizados pela IOF em toda America Latina. No Brasil, a IOF em conjunto com Abrasso e FENAPCO apresenta na campanha que começou no dia primeiro de outubro e vai até dia 31. Todas as informações estão centralizadas no site www.sejafirmeforte.com.br. Você pode também compartilhar os conteúdos da fanpage Seja Firme Forte no Facebook e pelo twitter @sejafirmeforte_

Por fim, se você tem 50 anos ou mais e sofreu uma fratura, peça ao seu médico uma avaliação clínica que inclua o exame de densitometria óssea. Você ainda pode fazer um teste da IOF para determinar o risco de osteoporose. Dura apenas um minuto! Clique aqui.

Fatores de risco para a osteoporose e fraturas por fragilidade

- perda de 3 cm de altura

- menopausa precoce (antes dos 45 anos)

- tratamento prolongado com glicocorticoides (prednisona ou prednisolona) de 3 meses ou mais

- doenças digestivas tais como doença de Crohn ou doença celíaca

- histórico familiar de osteoporose

- artrite reumatoide

- hipogonadismo primário/ secundário em homens

- estar abaixo do peso (índice de massa corporal menor que 19 kg/m2)

- fatores de estilo de vida negativos como cigarro, ingestão excessiva de álcool, pouca atividade física e baixos níveis de cálcio e vitamina D

O que é a Osteoporose?

É uma doença na qual os ossos ficam mais frágeis e fracos, levando a um aumento do risco de fraturas. Pessoas com osteoporose podem sofrer uma fratura até mesmo após uma pequena pancada ou queda da própria altura durante as atividades do dia a dia.

Não apresenta sinais ou sintomas até uma fratura acontecer – por esse motivo, ela é frequentemente chamada de “doença silenciosa”.

As fraturas devidas à osteoporose ocorrem mais comumente nas vértebras (coluna), pulsos e quadril, e podem resultar em dor severa, incapacidade significativa e até mesmo a morte.

Mais informações:

Dia Mundial da Osteoporose: www.diamundialdaosteoporose.com.br

IOF: www.iofbonehealth.org

Abrasso: www.abrasso.org.br

FENAPCO:  www.fenapco.com.br

 

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Para previnir a osteoporose: consuma mais alimentos com cálcio e vitamina D, tome mais sol e faça mais exercícios com algum impacto. Não deixe de fazer os exames preventivos, incluindo a denistometria óssea.

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O dimensionamento do problema da osteoporose no Brasil é muito importante para que medidas de prevenção e tratamento eficazes sejam implementadas.

Partindo da premissa de ser um problema de saúde pública, uma vez que atinge cerca de 30% das mulheres após a menopausa, de acordo com os estudos epidemiológicos nacionais (SAPOS, SAPORI, VIGITEL), a população, médicos e outros profissionais de saúde, bem como políticos e organizações não governamentais, precisam unir forças para enfrentar e superar essa relevante questão de saúde.

Dr. Marcelo Pinheiro, Reumatologista da Unifesp e Chefe do Ambulatório de Osteoporose

21/09/2011

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“A osteoporose é real e afeta a todos. É preciso mobilizar a todos e mostrar que embora difícil, é possível conviver com a doença, trabalhar e ter uma vida normal.”

Suely Roitman, Presidente da FENAPCO

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