Risoto de Limão com Sardinhas

De acordo com nutricionistas, a sardinha é rica em cálcio e ainda apresenta grandes quantidades de ômega-3. Segue uma deliciosa receita de risoto de limão com sardinhas, que além do peixe, traz também vários tipos de queijo. Lembramos que os derivados de leite também são ricos em cálcio e muito bons para a prevenção contra a osteoporose!

Ingredientes

Risoto

200 g de sardinha

 

1 fio de azeite

½ dente de alho amassado

½ ramo de tomilho desfolhado

1 pitada de flor de sal

30 g de manteiga sem sal

40 g de cebola (¼ de 1 cebola)

80 g de arroz Arbóreo ou Carnarole

raspas de 1 limão

50 ml de vinho branco

500 ml de caldo de galinha

20 g de manteiga

20 g de queijo grana padano

10 g de queijo mascarpone

20 g de chocolate meio amargo

Emulsão de Parmesão

20 g de manteiga

30 g de cebola

300 ml de creme de leite fresco

50 g de queijo parmesão ralado

sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

 

Risoto1°- Numa tigela coloque 200 g de sardinha e tempere com um fio de azeite, ½ dente de alho amassado, ½ ramo de tomilho desfolhado e 1 pitada de flor de sal e deixe marinando por +/- 30 minutos.

2°- Coloque numa assadeira untada com um fio de azeite e grelhe as sardinhas (reservadas acima) e leve ao forno alto a 220°C por +/- 5. Retire do forno e reserve.

3°- Numa panela coloque 30 g de manteiga sem sal e 40 g de cebola e refogue. Adicione 80 g de arroz Arbóreo ou Carnarole, raspas de um limão e 50 ml de vinho branco, misture e deixe o vinho reduzir. Acrescente 500 ml de caldo de galinha, aos poucos, mexendo sempre, por +/- 20 minutos ou até o arroz ficar cozido “al dente”. Junte 20 g de manteiga e 10 g de queijo mascarpone e misture bem. Desligue o fogo coloque 20 g de queijo grana padano misture e sirva em seguida com a sardinha grelhada, emulsão de parmesão, chocolate ralado e um fio de azeite. Decore com folha de funcho e um cubinho de tomate.

Emulsão de Parmesão

1°- Numa panela coloque 20 g de manteiga e 30 g de cebola e leve ao fogo médio até a cebola murchar. Adicione 300 ml de creme de leite fresco misture e deixe ferver. Desligue o fogo adicione 50 g de queijo parmesão ralado e tempere com sal e pimenta do reino a gosto e sirva em seguida.

Fonte: Mais Você, TV Globo

 

Distância entre o conhecimento sobre a osteoporose e a prática preventiva é enorme, aponta pesquisa inédita

Menos de 20% das mulheres com 45 anos ou mais, faixa etária de maior risco para a osteoporose, consome pelo menos três porções de leite e derivados, quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde – OMS. A maioria ingere uma ou duas porções no máximo, quantidade insuficiente para a correta prevenção contra a doença. Os dados são resultado da pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012” encomendada ao Ibope pela ABRASSO – Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo para entender o grau de consciência das mulheres e da população em geral sobre a osteoporose.

O estudo revela que a prevenção primária contra a doença ainda é falha e que o conhecimento da população é comprometedor. O grande problema é que a população acha que está consumindo a quantidade correta de cálcio, o não acontece de fato. Para se ter uma ideia, metade das mulheres com 45 anos ou mais que consome duas ou menos porções de leites e derivados todos os dias acreditam que estão consumindo uma quantidade suficiente para a manutenção da saúde. Entre as mulheres mais novas, o quadro é mais grave e nem 10% consomem leite e derivados nas proporções recomendadas pela OMS.

Para a OMS, as mulheres dos 19 anos até a menopausa devem consumir 1000 mg/dia de cálcio. Já na pós-menopausa, a taxa aumenta para 1300 mg/dia (a mesma recomendada para crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 18 anos).

Em termos de quantidade de leite, significa que adolescentes devem ingerir 1 litro por dia, e adultos, pelo menos dois copos (500 ml) por dia. Outra dica importante: não adianta consumir a quantidade de leite toda de uma só vez, pois o organismo tem um limite de absorção de cálcio. O ideal é distribuir a quantia em 3 tomadas diárias, pela manhã, à tarde e à noite.

A osteoporose é caracterizada pela descalcificação progressiva da densidade mineral óssea, popularmente conhecida como ossos porosos ou fracos. Trata-se de uma doença silenciosa e sem cura, que surge por diversos motivos, entre os quais: menopausa, idade avançada, histórico familiar, constituição física magra, baixa ingestão de cálcio, diabetes, falta de exposição ao sol, sedentarismo, fumo e consumo excessivo de álcool e café. Atualmente, uma em cada três mulheres desenvolvem a doença após a menopausa. Entre os homens a frequência é de quase 10% após os 65 anos de idade.

Confusão generalizada sobre que alimentos contêm cálcio

O consumo de produtos com cálcio claramente causa confusão entre a população que não consegue, muitas vezes, diferenciar estes produtos daqueles naturalmente ricos em cálcio.

A pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012” aponta, por exemplo, que a população em geral (85%) acredita que bebidas feitas a base de soja contenham cálcio naturalmente, sendo que 67% deles acreditam que essas bebidas têm muito cálcio. Na realidade, as bebidas a base de soja são enriquecidas com cálcio e é preciso estar atento às informações nutricionais dos rótulos das diversas marcas para saber o quanto de cálcio realmente elas trazem.

Segundo especialistas, a principal fonte de cálcio é o leite e seus derivados. Outros alimentos também possuem cálcio, como brócolis e alguns grãos, por exemplo. Mas é importante observar que praticamente todos os vegetais contém fitato, uma substância que impede a absorção do cálcio pelo organismo. Por conta disso, não é aconselhado tentar compensar a falta de ingestão de leite e seus derivados comendo mais verduras, pois a absorção do cálcio proveniente delas é muito pequena.

Para uma dieta com 1000 mg de cálcio por dia, com absorção média de 30% do mineral, é indicado o consumo dos seguintes alimentos:

• 1 copo de leite ou 1 copo de iogurte ou 2 fatias de queijo branco: 300 mg; absorção de 32%
• 1 concha grande de feijão: 50 mg; absorção de 16%
• 4 colheres e meia (sopa) de brócolis: 35 mg; absorção de 61%
• 3 colheres (sopa) de espinafre: 122 mg; absorção de 5%
• 1 e meia colher (sopa) de couve refogada: 47 mg; absorção de 59%

Além de cuidados com a alimentação, são indicadas para a prevenção contra a osteoporose a exposição diária ao sol (de 10 a 15 minutos) e a prática regular de atividades físicas. A exposição ao sol é essencial, pois a luz solar estimula a produção da vitamina D na pele, que participa do metabolismo do cálcio no organismo. A vitamina D também pode ser obtida pela ingestão de alimentos como fígado, leite, óleo de peixe, sardinha, atum e salmão, por meio de suplementação multivitamínica ou alimentos fortificados.

Já a prática regular de atividades físicas auxilia no fortalecimento dos músculos e na renovação celular dos ossos, tornando-os mais fortes e menos suscetíveis a fraturas. Os melhores tipos de exercícios são os que promovem tração (musculação) e impacto (corrida, caminhada e dança).

Em relação à prática de atividades físicas regulares, a pesquisa “Firme Forte -Osteoporose 2012” mostra que, entre as mulheres de 45 anos ou mais, 28% da amostra afirma praticar exercícios físicos pelo menos três vezes por semana, e menos de um terço destas pratica atividades físicas diariamente.

Deste modo, a pesquisa aponta que em termos de prevenção, há um longo caminho a ser percorrido para transformar a consciência sobre a doença em prática efetiva. É preciso esclarecer mitos e ressaltar as medidas de prevenção, educando a população sobre as práticas corretas, especialmente em relação à alimentação e prática de atividades físicas.

Sobre a pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012”

A “Firme Forte – Osteoporose 2012” foi realizada em duas etapas complementares: uma pesquisa quantitativa com 1008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país; e outra pesquisa, também quantitativa, com 2002 entrevistados em todo o país numa amostra representativa nacional, com homens e mulheres acima de 16 anos de idade.

Realizada entre 06 e 16 de abril de 2012, a pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais num intervalo de confiança de 95% para amostra de mulheres mais velha e 2,2 pontos percentuais para a amostra da população em geral (BUS).

Sobre a ABRASSO

A ABRASSO – Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo é resultado da fusão das sociedades médicas brasileiras Sobemon, Sobrao e SBDens. Com mais de 1.500 membros associados, a Abrasso representa bem a comunidade médica enfocada em osteometabolismo e osteoporose.

Sobre a campanha Firme Forte – Osteoporose

Com apoio do Ministério da Saúde, a campanha “Firme e Forte – Osteoporose” iniciou-se em 2011 com o objetivo de alertar e orientar a população sobre a importância da prevenção e combate à osteoporose.

Trata-se de uma iniciativa inédita da ABRASSO e conta com o apoio da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco). O site www.sejafirmeforte.com.br é responsável por centralizar as ações da campanha e reunir e disponibilizar as informações mais importantes sobre a doença, prevenção, diagnóstico e tratamentos durante todo o ano.

Acesse ainda a fanpage no Facebook – www.facebook.com/seja.firme.forte e siga o perfil no Twitter – www.twitter.com/sejafirmeforte_

Primeiro biológico para tratamento da osteoporose reduz risco de fraturas em até 70%

Aplicação de novo biológico, que contou com estudos clínicos no Brasil, é realizada apenas duas vezes por ano, apresentando menos efeitos colaterais e maior adesão das pacientes ao tratamento. Custo mensal é semelhante aos medicamentos orais

A osteoporose é uma doença silenciosa e crônica, que provoca a descalcificação nos ossos, popularmente conhecida como ossos porosos ou fracos, o que diminui a densidade óssea e pode levar ao aumento de fraturas, principalmente no fêmur e bacia. Segundo dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), entidade não-governamental sem fins lucrativos que trabalha para ampliar o conhecimento sobre a doença (1), a osteoporose já atinge mais mulheres do que os cânceres de mama, colo e útero juntos em todo o mundo. Após a menopausa, uma em cada três mulheres vai desenvolver o problema.

Para combater a doença, acaba de chegar ao mercado o denosumabe (nome comercial Prolia), primeiro medicamento biológico para o tratamento da osteoporose, com aplicação subcutânea apenas duas vezes por ano (uma aplicação a cada seis meses). Primeiro anticorpo monoclonal para tratar a doença, o denosumabe apresentou efeitos colaterais semelhantes ao placebo e não foram relatadas interações medicamentosas importantes.

Aproximadamente 10 mil pacientes em todo o mundo fizeram parte dos estudos clínicos de investigação do denosumabe. No Brasil, desde 2004, 265 pacientes são acompanhados nos estudos clínicos realizados na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, no CEPID, em São Paulo, e no Cedoes, em Vitória, no Espírito Santo. Os estudos foram conduzidos pelos reumatologistas Sebastião Radominski, Cristiano Zerbini e pelo ortopedista Sérgio Ragi (in memoriam).

De acordo com as pesquisas (2), foram observados redução no risco de fraturas entre as pacientes de até 70% (para fraturas vertebrais) e de 40% nos casos das fraturas de colo do fêmur com o uso do denosumabe.  Além disso, o denosumabe também aumentou a densidade óssea das pacientes. A aplicação apenas duas vezes por ano também aumentou a adesão das pacientes ao tratamento. De acordo com os reumatologistas, um dos principais problemas para o tratamento da osteoporose é manter a adesão da paciente aos medicamentos orais. A comodidade do denosumabe também é estendida ao preço do medicamento que, mesmo sendo um biológico, tem custo mensal compatível com os orais.

Mecanismo de ação inovador - Para entender o mecanismo de ação do denosumabe, é preciso conhecer também o funcionamento dos nossos ossos. Existem células no nosso corpo que removem as células antigas dos nossos ossos e outras células responsáveis por repor o osso removido. Este processo contínuo é o responsável por manter nossos ossos fortes.

Durante a menopausa, principalmente, este processo não ocorre mais da mesma forma e a reposição óssea se torna mais lenta, o que leva uma perda da densidade óssea nas mulheres, aumentando o risco de fraturas por fragilidade. O mecanismo de ação do denosumabe auxilia a diminuir o processo de reabsorção da massa óssea. Dessa forma, o processo de renovação auxilia na prevenção de fraturas e também em manter a densidade mineral óssea adequada.

(1) Auditoria Regional da América Latina/International Osteoporosis Foundation (IOF): epidemiologia, custos e ônus da osteoporose em 2012.

(2) Journal of Bone and Mineral Research, Vol. 27, Nº 3, março de 2012, pp 694-701.

Veja pesquisa inédita do Ibope sobre os erros das mulheres na prevenção da osteoporose

Caracterizada pela perda  progressiva da densidade mineral óssea e aumento da fragilidade óssea, popularmente conhecida como ossos porosos ou fracos, a osteoporose é uma doença silenciosa e sem cura, que surge por diversos motivos, entre os quais: menopausa, idade avançada, histórico familiar, constituição física magra, baixa ingestão de cálcio, diabetes, falta de exposição ao sol, sedentarismo, fumo e consumo excessivo de álcool e café.

Calcula-se que, após a menopausa, uma em cada três mulheres desenvolvem a doença. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose.

No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. Só em 2010, o SUS gastou aproximadamente R$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur.

Para entender melhor o que as mulheres na faixa etária de risco para a osteoporose (45 anos ou mais), pensam e agem com relação à doença, suas formas de prevenção, diagnóstico e tratamento, a Abrasso – Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo encomendou ao Ibope a pesquisa inédita “Firme Forte Osteoporose 2012” que entrevistou 1008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país; e 2002 pessoas em todo o país numa amostra representativa nacional.

A partir dos resultados do estudo, foi possível encontrar oito equívocos mais comuns das mulheres brasileiras:

- 90% das mulheres entre 16 e 45 anos de idade não ingerem a quantidade diária de cálcio indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e, ainda assim, pensam que consomem. Segundo a OMS, as mulheres dos 19 anos até a menopausa devem consumir 1000 mg/dia de cálcio. Já na pós-menopausa, a taxa aumenta para 1300 mg/dia (a mesma recomendada para crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 18 anos).

Em quantidade de leite, significa que adolescentes devem consumir 1 litro por dia, e adultos, pelo menos dois copos (500 ml) por dia.

- 85% acham que bebidas à base de soja contém cálcio. A principal fonte natural de cálcio é o leite e seus derivados, seguido dos vegetais verdes e peixes como a sardinha e o salmão. As bebidas a base de soja podem ser enriquecidas artificialmente com cálcio, de modo que é preciso prestar muita atenção às informações nutricionais contida nos rótulos desses alimentos.

- 80% não reconhecem a relação entre a doença e a menopausa. Após a menopausa existe aumento da remodelação óssea com consequente diminuição da massa óssea. A diminuição dos níveis de estrogênios circulantes leva a uma perda acelerada da densidade dos ossos e maior risco de surgimento da osteoporose.

- 80% nunca fizeram reposição hormonal. A reposição de hormônios na pós-menopausa atua sobre a remodelação óssea, inibindo a sua reabsorção, que está aumentada na transição menopáusica e nos primeiros anos após essa etapa. Quando possível, a reposição de hormônios após a menopausa pode ajudar a prevenir a osteoporose.  

- 96% delas acreditam que a doença causa dor. A osteoporose é conhecida como uma doença silenciosa justamente pela ausência de dores. Aliás, por esse motivo, as pessoas costumam descobrir a doença apenas quando ocorre a primeira fratura.

- 67% delas não sabe que a prevenção da doença começa na infância. Já está provado que o consumo de níveis adequados de cálcio e vitamina D deve começar na gestação, prosseguir na infância e na vida adulta, por meio de uma dieta adequada e exposição solar diária.

- 79% acham que o queijo branco tem muito cálcio e 23% que é o queijo amarelo. A maioria dos queijos amarelos leva uma maior quantidade de leite e demora mais na cura, que é o tempo para ficarem prontos. Desse modo, quem quer consumir mais cálcio deve apostar no parmesão (300mg de cálcio por fatia de 30g), na mussarela e no prato (cerca de 200 a 300 mg). O frescal ou branco possui 40% menos cálcio em relação ao parmesão.

- 81% acreditam que a doença afeta mais os idosos. A osteoporose é a doença mais comum em homens e mulheres após a quinta década de vida. Pode surgir antes, mas o seu desenvolvimento é mais comum com o avançar da idade. Um estudo recente de São Paulo, utilizando critérios de diagnóstico da OMS, revelou que 33% das mulheres pós-menopáusicas apresentavam osteoporose na coluna lombar ou no fêmur.

Sobre a pesquisa “Firme Forte Osteoporose 2012”

Encomendada pela Abrasso e realizada pelo Ibope, o estudo, cujo objetivo foi entender o grau de consciência das mulheres e da população em geral sobre a osteoporose, foi realizado em duas etapas complementares: uma pesquisa quantitativa com 1008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país; e outra pesquisa, também quantitativa, com 2002 entrevistados em todo o país numa amostra representativa nacional, com homens e mulheres acima de 16 anos de idade.

A pesquisa foi realizada entre 06 e 16 de abril de 2012 e tem margem de erro de 3 pontos percentuais num intervalo de confiança de 95% para amostra de mulheres mais velha e 2,2 pontos percentuais para a amostra da população em geral (BUS).

Sobre a Abrasso

A Abrasso – Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo é resultado da fusão das sociedades médicas brasileiras Sobemon, Sobrao e SBDens. Com mais de 1.500 membros associados, a Abrasso representa bem a comunidade médica enfocada em osteometabolismo e osteoporose.

Sobre a campanha Firme Forte Osteoporose

Com apoio do Ministério da Saúde, a campanha “Firme e Forte Osteoporose” iniciou-se em 2011 com o objetivo de alertar e orientar a população sobre a importância da prevenção e combate à osteoporose.

Trata-se de uma iniciativa inédita da Abrasso e conta com o apoio da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco). O site www.sejafirmeforte.com.br é responsável por centralizar as ações da campanha e reunir e disponibilizar as informações mais importantes sobre a doença, prevenção, diagnóstico e tratamentos durante todo o ano.

60% das mulheres com 45 ou mais anos nunca realizaram um exame de densitometria óssea

Pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012” revela que 44% das mulheres não se lembram de seus médicos terem comentado sobre a osteoporose nas consultas

Densitometria óssea, você sabe para que serve esse exame? Muita gente não sabe e, pior, ignora o fato de que esse é o principal método para diagnosticar a osteoporose, uma doença caracterizada pela perda progressiva da massa óssea, que atinge uma em cada três mulheres na pós-menopausa.

Esse desconhecimento é ainda mais grave no grupo de risco para o desenvolvimento da doença, ou seja, em mulheres com 45 anos ou mais. Pelo menos é essa a conclusão de uma pesquisa inédita encomendada pela ABRASSO (Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo) e desenvolvida pelo Ibope intitulada “Firme Forte Osteoporose 2012”. Segundo a pesquisa, 60% das mulheres de 45 ou mais anos de idade nunca realizaram um exame específico para detectar a doença. Além disso, desconhecem o nome do exame (densitometria óssea) ou confundem com exames parecidos, mas que não servem para detectar a perda de densidade mineral óssea. Outro dado relevante e complementar é que apenas 30% da amostra de mulheres mais velhas se recorda de ter realizado o exame de densitometria óssea alguma vez na vida.

Para piorar um pouco a situação, o estudo revelou ainda que as mulheres que fizeram a densitometria, realizaram o exame tardiamente: das 40% de mulheres com 45 ou mais anos que afirmaram já ter realizado algum exame para detectar a osteoporose, metade (50%) fez o primeiro exame tardiamente (entre 51 a 60 anos) e 37% não fez o exame novamente.

Apesar de o ginecologista ser o especialista que mais tem contato com a mulher durante a sua vida reprodutiva, a pesquisa apontou que entre as mulheres com 45 anos ou mais, foi o clínico geral que mais apresentou o assunto pela primeira vez às mulheres da faixa etária. Segundo o estudo, 39% dos médicos que apresentaram o assunto osteoporose pela primeira vez eram clínicos gerais, enquanto que 19% eram ginecologista e 18% ortopedistas. Quando perguntadas de uma forma geral sobre se o médico visitado comentou sobre osteoporose, 44% das mulheres com 45 anos ou mais responderam que não.

A razão da procura tardia pelo diagnóstico da osteoporose é que ela é uma doença silenciosa, ou seja, não causa nenhum tipo de dor. Em função disso, a mulher só vai procurar algum auxílio médico quando acontece a primeira fratura, momento da descoberta da doença.

Apesar disso, a pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012” mostrou confusão sobre a associação da doença com o sintoma dor, ou seja, 96% das mulheres do grupo de risco acham que a doença causa dores, o que indica que, embora cientes sobre a gravidade da osteoporose, ainda há confusão sobre o assunto e muitas mulheres podem estar “esperando” manifestações de sintomas para uma doença que avança silenciosamente.

Deste modo, o estudo indica que em termos de diagnóstico, há um longo caminho a ser percorrido para transformar a consciência sobre a doença em prática efetiva, especialmente quando consideramos o envelhecimento da população brasileira.

Sobre a pesquisa “Firme Forte – Osteoporose 2012”

Encomendada pela ABRASSO e realizada pelo Ibope, o estudo, cujo objetivo foi entender o grau de consciência das mulheres e da população em geral sobre a osteoporose, foi realizado em duas etapas complementares: uma pesquisa quantitativa com 1008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país; e outra pesquisa, também quantitativa, com 2002 entrevistados em todo o país numa amostra representativa nacional, com homens e mulheres acima de 16 anos de idade.

A pesquisa foi realizada entre 06 e 16 de abril de 2012 e tem margem de erro de 3 pontos percentuais num intervalo de confiança de 95% para amostra de mulheres mais velha e 2,2 pontos percentuais para a amostra da população em geral (BUS).

Sobre a ABRASSO

A ABRASSO – Associação Brasileira de Avalição Óssea e Osteometabolismo é resultado da fusão das sociedades médicas brasileiras Sobemon, Sobrao e SBDens. Com mais de 1.500 membros associados, a Abrasso representa bem a comunidade médica enfocada em osteometabolismo e osteoporose.

Sobre a campanha Firme Forte – Osteoporose

Com apoio do Ministério da Saúde, a campanha “Firme e Forte – Osteoporose” iniciou-se em 2011 com o objetivo de alertar e orientar a população sobre a importância da prevenção e combate à osteoporose.

Trata-se de uma iniciativa inédita da ABRASSO e conta com o apoio da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco). O site www.sejafirmeforte.com.br é responsável por centralizar as ações da campanha e reunir e disponibilizar as informações mais importantes sobre a doença, prevenção, diagnóstico e tratamentos durante todo o ano.

20 de outubro: confira as atividades deste ano da campanha Seja Firme Forte – Osteoporose

Para ampliar a conscientização dos brasileiros sobre a importância da prevenção da osteoporose, a ABRASSO inicia, em 17 de outubro, a edição 2012 da campanha nacional de conscientização popular Seja Firme Forte – Osteoporose. Com o apoio do Ministério da Saúde e das ONGs International Osteoporosis Foundation (IOF) e Federação Nacional de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco), a iniciativa integra as ações do Dia Mundial de Combate à Osteoporose, celebrado no dia 20 deste mês.

Com o apelo “Se você é firme com sua saúde, no seu trabalho, no seu dia a dia etc., então seja firme com seus ossos”, a campanha tem como objetivo impulsionar os brasileiros a se preocupar com uma doença silenciosa, tão perigosa quanto a hipertensão e que já atinge 10 milhões de pessoas no País, sendo 10 mulheres para cada homem.

Por meio de plataformas como site, blog, redes sociais e mídias digitais, a campanha Seja Firme Forte – Osteoporose (www.sejafirmeforte.com.br) convida a população a entender os riscos de uma dieta sem cálcio e vitamina D ou de uma vida sedentária. Divulga também novidades, entrevistas e informações relevantes sobre o tema. “Essa é uma campanha de mobilização. Nosso intuito é garantir que os brasileiros, em especial, as mulheres, percebam a importância de cuidar de sua saúde óssea”, explica o ginecologista Bruno Muzzi, presidente ABRASSO.

De acordo com o médico, estima-se que a cada três segundos ocorra uma fratura em consequência da osteoporose em algum lugar do planeta. “Após os 50 anos de idade, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens sofrerão pelo menos uma fratura no resto de suas vidas”, alerta.

A campanha incluirá ainda a distribuição de cartilhas informativas nos principais pontos da cidade de São Paulo. Também serão distribuídas em outros estados entre eles Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Distrito Federal, entre outros. Veja abaixo, os locais em que a campanha estará entre os dias 19 e 21 deste mês, na capital paulista:

Dia 19/10, sexta-feira

Das 9h às 12h: Liberdade (Acesso Metro Liberdade – avenida Liberdade altura do número 100)

Das 13h às 16h: Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (rua César Zama, 1 x rua Guilherme Cristoffer x avenida Voluntários Pátria – Santana)

Dia 20/10, sábado

Das 9h às 12h: Prédio Gazeta (avenida Paulista, 900 – São Paulo) e Vão do Masp (avenida Paulista, 1.578 – São Paulo)

Das 13h às 16h: Metrô Ana Rosa (avenida Conselheiro Rodrigues Alves x rua Domingos de Morais), Metrô Paraíso (rua Vergueiro x Rua Correia Dias) e Escola Paulista de Medicina (rua Pedro de Toledo x rua Napoleão de Barros)

Dia 21/10, domingo

Das 9h às 12h: Parque Trianon (portão 4, em frente ao Masp, avenida Paulista, 1.578)

Das 13h às 16h: Parque Villa Lobos (avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 – Pinheiros)

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-> Siga o perfil do Seja Firme Forte no Twitter: @sejafirmeforte_

Sobre a campanha firme e forte

“A informação faz toda a diferença em nossa vida, inclusive na nossa saúde. Com a campanha Seja Firme e Forte objetivamos levar conhecimento a todos, para que tenham hábitos saudáveis de vida  e garantam a saúde de seus ossos em todas as fases da vida, e também para que as pessoas saibam reconhecer as situações de risco que possam enfraquecer seus ossos, de forma a procurarem os profissionais de saúde precocemente, para prevenir as doenças ou, quando necessário, resgatar sua saúde óssea.”

Atividade física

Um estilo de vida saudável é fundamental na prevenção e tratamento da osteoporose. Atividade física regular é importante para a saúde óssea. No entanto, é importante ressaltar que a atividade física deve envolver exercícios com impacto e que fortaleçam a massa muscular. São esses os mais importantes para a manutenção da massa óssea. Claro que a intensidade do exercício e o grau de impacto que o indivíduo pode suportar variam de acordo com cada caso e, por isso, é essencial que a atividade física seja supervisionada por um profissional treinado.

Conscientização

O dimensionamento do problema da osteoporose no Brasil é muito importante para que medidas de prevenção e tratamento eficazes sejam implementadas.

Partindo da premissa de ser um problema de saúde pública, uma vez que atinge cerca de 30% das mulheres após a menopausa, de acordo com os estudos epidemiológicos nacionais (SAPOS, SAPORI, VIGITEL), a população, médicos e outros profissionais de saúde, bem como políticos e organizações não governamentais, precisam unir forças para enfrentar e superar essa relevante questão de saúde.

20 de outubro: primeira fratura é o alerta para cuidar da osteoporose, evitar outras fraturas e, até mesmo, a morte

Campanha da IOF – International Osteoporosis Foundation foca na necessidade de diagnóstico e tratamento adequados, principalmente após a primeira fratura osteoporótica, para evitar novas fraturas que podem comprometer a qualidade de vida e levar à morte

Estima-se que a cada três segundos ocorra uma fratura osteoporótica em algum lugar do planeta. Assustou-se só de imaginar? Sim, os dados realmente são alarmantes. Após os cinquenta anos de idade, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens sofrerão pelo menos uma fratura no resto de suas vidas.

Em mulheres acima dos 45 anos, a osteoporose é responsável por mais dias de internação do que qualquer outra doença, incluindo diabetes, infarto do miocárdio e câncer de mama.

A intenção não é ser sensacionalista, mas alertar para o problema sério que é a osteoporose no mundo todo! E é exatamente essa a ideia da IOF – International Osteoporosis Foundation, ao lançar esse ano a campanha “Pare na primeira – Faça com que a sua primeira fratura seja a última” (em inglês, Stop at one), que será lançada no dia 20/10, Dia Mundial da Osteoporose.

Segundo o site www.diamundialdaosteoporose.com.br (que centraliza todas as informações da campanha), o objetivo de “Pare na primeira” é ajudar a aumentar a conscientização da prevenção da segunda fratura.

São três mensagens importantes que qualquer pessoa pode ajudar a divulgar:

1. As fraturas por fragilidade não são acidentes

Cada ano, milhões de adultos, majoritariamente idosos, sofrerão uma devastadora fratura de quadril causada por uma simples queda da própria altura. Outros milhões sofrerão fraturas na coluna, pulso, ombro e pélvis. Estas fraturas não são acidentes! É provável que a causa subjacente seja a osteoporose.

2. As fraturas são sinais de alerta: uma fratura leva a outra

Uma pessoa que sofreu uma fratura osteoporótica tem duas vezes mais possibilidades de sofrer outra no futuro, caso não tenha sido diagnosticada e tratada de osteoporose.

Aproximadamente metade de todas as pessoas que tiveram uma fratura osteoporótica terá outra, com o risco de novas fraturas aumentando exponencialmente após cada nova ocorrência.

Uma em cada quatro mulheres que teve uma nova fratura vertebral terá outra dentro de um ano.

Mais de 50 anos e teve uma fratura? Faça o teste – Receba tratamento

Se você tem 50 anos ou mais e sofreu uma fratura, deveria consultar o seu médico para fazer uma avaliação clínica que inclua um exame de densidade mineral óssea e, se estiver disponível no seu país, o teste online de avaliação de risco de fratura (FRAX®). Baseado nos resultados, o seu médico estará em condições de recomendar o que você pode fazer para reduzir sua predisposição a futuras fraturas.

A preocupação com a primeira fratura não ocorre à toa. As consequências de uma fratura devido à osteoporose são extremamente graves, afetando a qualidade de vida e provocando a morte.

Com relação à qualidade de vida, a fratura osteoporótica pode ocasionar dor crônica, imobilidade, e incapacidade a longo prazo, muitas vezes levando à perda de qualidade de vida e de independência.

Entre 20 e 24% das pessoas que tiveram uma fratura de quadril morrem no período de um ano após a fratura, e fraturas de coluna também são associadas ao aumento do risco de morte.

Infelizmente, a realidade é que a maioria dos hospitais e clínicas falha na investigação da primeira fratura, deixando os pacientes sujeitos a um futuro de sofrimento e enfraquecimento. Não é oferecida avaliação e/ou tratamento de osteoporose para mais de 80% dos pacientes de fratura, apesar de existirem medicamentos eficazes que podem reduzir significativamente o risco de fratura em 30 a 70%.

O que você pode fazer para participar da campanha “Pare na primeira” e ajudar a divulgar a causa?

Participe dos eventos e campanhas do Dia Mundial da Osteoporose organizados pela IOF em toda America Latina. No Brasil, a IOF em conjunto com Abrasso e FENAPCO apresenta na campanha que começou no dia primeiro de outubro e vai até dia 31. Todas as informações estão centralizadas no site www.sejafirmeforte.com.br. Você pode também compartilhar os conteúdos da fanpage Seja Firme Forte no Facebook e pelo twitter @sejafirmeforte_

Por fim, se você tem 50 anos ou mais e sofreu uma fratura, peça ao seu médico uma avaliação clínica que inclua o exame de densitometria óssea. Você ainda pode fazer um teste da IOF para determinar o risco de osteoporose. Dura apenas um minuto! Clique aqui.

Fatores de risco para a osteoporose e fraturas por fragilidade

- perda de 3 cm de altura

- menopausa precoce (antes dos 45 anos)

- tratamento prolongado com glicocorticoides (prednisona ou prednisolona) de 3 meses ou mais

- doenças digestivas tais como doença de Crohn ou doença celíaca

- histórico familiar de osteoporose

- artrite reumatoide

- hipogonadismo primário/ secundário em homens

- estar abaixo do peso (índice de massa corporal menor que 19 kg/m2)

- fatores de estilo de vida negativos como cigarro, ingestão excessiva de álcool, pouca atividade física e baixos níveis de cálcio e vitamina D

O que é a Osteoporose?

É uma doença na qual os ossos ficam mais frágeis e fracos, levando a um aumento do risco de fraturas. Pessoas com osteoporose podem sofrer uma fratura até mesmo após uma pequena pancada ou queda da própria altura durante as atividades do dia a dia.

Não apresenta sinais ou sintomas até uma fratura acontecer – por esse motivo, ela é frequentemente chamada de “doença silenciosa”.

As fraturas devidas à osteoporose ocorrem mais comumente nas vértebras (coluna), pulsos e quadril, e podem resultar em dor severa, incapacidade significativa e até mesmo a morte.

Mais informações:

Dia Mundial da Osteoporose: www.diamundialdaosteoporose.com.br

IOF: www.iofbonehealth.org

Abrasso: www.abrasso.org.br

FENAPCO:  www.fenapco.com.br