Suplementação de cálcio e vitamina D: em que casos é necessária e de que forma pode ser feita | Firme Forte | Osteoporose

Suplementação de cálcio e vitamina D: em que casos é necessária e de que forma pode ser feita

Sabemos que, para a prevenção da osteoporose, é preciso ingerir uma dieta adequada, rica em cálcio e vitamina D. Sabemos também que há alguns casos de pessoas não conseguem adquirir essas substâncias o suficiente via alimentação, quando se torna necessário fazer a suplementação. Mas, quando isso é necessário e de que forma?

Conversamos com especialistas em osteoporose que indicaram que, primeiramente, é necessário fazer um inquérito alimentar para avaliar a ingestão de cálcio por meio da dieta.

O objetivo é perfazer entre 1000 a 1500 mg de cálcio conforme o sexo e faixa etária. Caso o consumo esteja abaixo desse nível, a primeira conduta é estimular o aumento deste componente pela dieta. Vale ressaltar que em casos de obesidade e dislipidemias (aumento anormal da taxa de lipídios no sangue), é interessante orientar o aporte de derivados lácteos desnatados ou semidesnatados.

Em último caso, quando o paciente apresente intolerância à lactose ou simplesmente não goste de derivados lácteos, é preciso recorrer aos suplementos com cálcio (sempre com orientação médica). O problema com os suplementos de cálcio são os efeitos colaterais, entre os mais comuns: constipação e epigastralgia (dor na boca do estômago).

Com relação à vitamina D, sabe-se que a principal fonte é a síntese cutânea, mas que com a idade ela fica menos eficiente e soma-se ao fato da falta de hábito de exposição solar associada ao uso mais rotineiro de protetores solares.

Dessa forma, sempre que possível, é interessante a avaliação sérica da 25-hidroxivitamina D (a forma de estoque deste hormônio). Geralmente, as baixas concentrações dela são comuns principalmente acima dos 65 anos, de modo que deve ser rotineira a sua administração. Há várias formulações comerciais e que devem ser indicadas pelo seu médico.

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Para previnir a osteoporose: consuma mais alimentos com cálcio e vitamina D, tome mais sol e faça mais exercícios com algum impacto. Não deixe de fazer os exames preventivos, incluindo a denistometria óssea.

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O dimensionamento do problema da osteoporose no Brasil é muito importante para que medidas de prevenção e tratamento eficazes sejam implementadas.

Partindo da premissa de ser um problema de saúde pública, uma vez que atinge cerca de 30% das mulheres após a menopausa, de acordo com os estudos epidemiológicos nacionais (SAPOS, SAPORI, VIGITEL), a população, médicos e outros profissionais de saúde, bem como políticos e organizações não governamentais, precisam unir forças para enfrentar e superar essa relevante questão de saúde.

Dr. Marcelo Pinheiro, Reumatologista da Unifesp e Chefe do Ambulatório de Osteoporose

21/09/2011

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“A osteoporose é real e afeta a todos. É preciso mobilizar a todos e mostrar que embora difícil, é possível conviver com a doença, trabalhar e ter uma vida normal.”

Suely Roitman, Presidente da FENAPCO

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