Suflê de queijo

Ingredientes:

40 g de manteiga
40 g de farinha de trigo
400 ml de leite
Noz moscada e Pimenta do reino
4 ovos
150 g de queijo ralado (suíço, coalho ou meia cura)
Sal a gosto

 

Preparo:

Em uma caçarola, colocar a manteiga até derreter em fogo médio, juntar a farinha e misturar sem deixar dourar, pois o creme tem que ficar branco. Adicionar o leite pouco a pouco mexendo sem parar até ficar cremoso. Temperar com noz moscada (cuidado, usar pouco) e pimenta do reino. Tire do fogo e reserve.

Enquanto isso, rale o queijo e separe as gemas das claras. Junte o queijo ao creme e misture. Quando o creme estiver morno junte as gemas. Bata as claras em neve com uma pitada de sal até estar bem montada. Misture as claras ao creme, mexendo de baixo para cima sem bater, devagar, até ficar homogênea a massa. Acerte o sal.

Unte a tigela que irá assar o suflê com manteiga e farinha. Coloque o creme dois dedos abaixo da borda da tigela e leve ao forno pré-aquecido a 250°c por aproximadamente 10 minutos ou até estar dourado.

Fonte: portal do GNT, Diário do Olivier

 

Aids aumenta risco de câncer e outras quatro doenças crônicas, entre elas a osteoporose

Novas evidências científicas, por exemplo, trouxeram à tona o termo “doenças tardias”. Câncer, problemas cardiovasculares, osteoporose, diabetes e alterações renais são mais recorrentes nos infectados pelo HIV. Até recentemente, a ciência já sabia que as infecções virais (como gripe e tuberculose) eram uma ameaça aos pacientes. Surgem agora os riscos dobrados de doenças crônicas nos portadores do vírus.

“Os desafios são imensos e para muitos não temos respostas claras”, define a infectologista do Hospital 9 de Julho, Sumire Sakabe, uma das maiores estudiosas sobre aids no Brasil.

Para Olavo Munhoz, pesquisador e consultor técnico do Programa Nacional de Aids, DSTs e Hepatites Virais, não sabemos ainda se as doenças tardias são em decorrência do próprio comportamento do vírus HIV no organismo ou resultantes dos medicamentos usados para controlar a carga viral.

“Algumas combinações de medicações alteram o colesterol dos soropositivos, o que nos deixa com uma bomba-relógio nas mãos. Sabemos que o coração dos pacientes pode ser afetado duplamente (pelo HIV e também pelo colesterol mais alto). Mas todas estas reações em cadeia passaram a ser discutidas com mais ênfase só agora nas reuniões acadêmicas, é tudo muito novo”, comenta Sumire Sakabe.

Se os estudiosos ainda não conseguem saber ao certo a razão para os soropositivos apresentarem risco até três vezes maior para ter câncer (conforme estudo publicado no Lancet Oncology); se as razões ainda são incertas para os que convivem com HIV terem 50% mais incidência de diabetes e 26% mais chance de infarto (indicou alerta publicado no Arquivo Brasileiro de Cardiologia); se não há uma explicação certa para que eles vivam sob maior probabilidade de ter osteoporose e alterações nos rins (ressaltou o achado do Jounal of Endocrinology & Metabolism), é consenso quais posturas dificultam estas probabilidades.

Olavo Munhoz destaca, primeiro, o diagnóstico precoce. No Brasil, 114 milhões de brasileiros nunca fizeram o teste para saber se são ou não portadores do vírus. A estimativa é que 65% das pessoas que ficam sabendo ter aids só descobrem porque alguma doença oportunista as levou ao médico. “Quanto mais complicações de saúde o paciente tiver, mais difícil é encontrar a terapêutica adequada para ele, com menos efeitos colaterais possíveis”, diz Munhoz.

Depois de descoberta a presença do vírus HIV, disciplina é a chave para uma vida praticamente normal e longe dos riscos, alerta Rodrigo Zilli, pediatra do Programa Nacional de DST e Aids.

“Tomar os medicamentos sempre nos horários certos, não consumir álcool, não fumar, ter uma vida regrada são as fórmulas mais eficazes de evitar problemas. São estratégias que amenizam a toxicidade dos medicamentos e sabemos que, especialmente em uma fase jovem, uma das marcas do adolescente é querer firmar a sua identidade, por meio da revolta”, afirma Zilli.

“Neste sentido, é preciso ficar atento para que ele não se rebele contra o seu tratamento, por cansaço, desânimo. Este é um problema mundial que exige empenho de toda a rede que trata os soropositivos”, completa.

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FDA aprova primeiras versões genéricas de Boniva (ácido ibandrônico), da Roche

A FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) aprovou na segunda-feira (19/03) as primeiras versões genéricas do Boniva (ácido ibandrônico) da Roche. A nova aprovação permite à Apotex, Mylan e Orchid Healthcare começarem a vender as suas próprias versões do medicamento para a osteoporose, de uma tomada mensal, para ajudar a aumentar a massa óssea e reduzir o risco de ter uma fratura na coluna vertebral em mulheres após a menopausa.

Os genéricos do Boniva serão acompanhados por um guia de medicação que explica as potenciais reações graves, incluindo problemas no esôfago; dor nos músculos, ossos ou articulações; baixos níveis de cálcio no sangue; e fraturas incomuns do osso da coxa.

De acordo com a FDA, pelo menos 5 milhões de doentes fazem uso de bisfosfonatos, tais como o Boniva. Outros exemplos de bisfosfonatos incluem o Fosamax (alendronato) da MSD, que está também disponível em forma genérica, o Actonel (risedronato) da Sanofi e o Reclast/Aclasta (ácido zoledrônico), da Novartis.

Confira os tratamentos mais modernos disponíveis – Os medicamentos atualmente aprovados para o tratamento da osteoporose são divididos em duas categorias: antirreabsortivos (ou anticatabólicos), que agem inibindo a perda óssea, e os anabólicos cuja ação principal seria a de estimular a formação óssea. (

Os antirreabsortivos, que incluem estrogênio, moduladores seletivos de receptores de estrogênio, os bisfosnatos e os anticorpos monoclonais humanos anti- RANK–L, reduzem a reabsorção dos ossos (e, posteriormente a formação óssea) e contribuem para a diminuição do risco de fraturas.

Já os anabólicos, que incluem hormônio da paratireoide (não disponível no Brasil) e a teriparatida estimulam diretamente a formação óssea (e posteriormente reabsorção), aumentando assim a densidade mineral óssea com consequente diminuição do risco de fraturas por fragilidade.

 O Ranelato de estrôncio é outro medicamento que reduz o risco de fratura. Ele produz efeitos menos intensos sobre a remodelação óssea e, provavelmente, provoca a melhoria da força dos ossos, principalmente através dos efeitos sobre as propriedades biofísicas e elásticas do tecido ósseo.

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Salada de queijo caprino

 

Rendimento: 1 porção

Tempo de preparo: 15 minutos

Ingredientes

Cerca de 60 g de queijo caprino (ou tipo crottin), o que, normalmente, corresponde a uma porção cortada ao meio;

1 pequeno punhado de pignoli;

1 dente de alho amassado;

1 punhado de ervas (alecrim, manjerona, tomilho e manjericão);

3 folhas de azedinha ou o quanto baste para cobrir o prato; azeite de oliva a gosto;

pimenta-do-reino a gosto.

Modo de fazer

Cubra o prato com as folhas de azedinha e coloque no centro o queijo caprino. Em uma frigideira, toste levemente os pignoli e reserve-os. Na mesma frigideira, refogue o dente de alho e as ervas, tostando-as levemente, sem deixar queimar. Despreze o alho e coloque os pignoli e as ervas banhadas em azeite sobre o queijo e as folhas de azedinha. Regue a salada com um pouco mais de azeite e polvilhe com a pimenta-do-reino.

 

 

 

 

 

Ministério da Saúde adverte: hábitos saudáveis são o “segredo” contra a osteoporose

As mulheres vivem cerca de oito anos a mais que os homens de acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. E em função da expectativa de vida maior, elas também podem sofrer com doenças e agravos relacionados ao processo do envelhecimento.

O Ministério da Saúde explica que investir em hábitos saudáveis na juventude garante uma saúde mais equilibrada na velhice. O “segredo” é se manter sempre ativa, com hábitos saudáveis de vida, como alimentação saudável e rica em cálcio, além de atividade física, que ajuda na prevenção de doenças como a osteoporose (diminuição da massa óssea).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 13% a 18% das mulheres e de 3% a 6% dos homens com mais de 50 anos têm osteoporose em todo o mundo. No Brasil, o Ministério da Saúde aposta em ações de prevenção à doença desde a infância para a garantia de uma “poupança óssea”.

É preciso estimular uma dieta mais saudável – rica em verduras, legumes e frutas, além de  aumentar o consumo de leite e derivados, alimentos com alto índice de cálcio – e diminuir o consumo de refrigerantes. Outras fontes de cálcio são os vegetais de cor verde escuro, peixes, castanhas e nozes. É necessário, também, motivar as crianças e jovens a saírem da frente do computador e da televisão, andar ao ar livre, praticar atividades físicas, fazer algum tipo de esporte.

A exposição ao sol, de 15 a 20 minutos até 10h e depois das 16h também é um hábito importante para a prevenção da osteoporose, pois o sol é responsável pela formação da vitamina D no organismo, o que contribui para a fixação do cálcio.

Atividades físicas – Outra recomendação do Ministério da Saúde é a prática de atividade física regular para o fortalecimento dos ossos e músculos.  O Sistema Único de Saúde coordena a implementação de espaços adequados para a prática de atividades físicas, com acompanhamento profissional e vinculação às Unidades Básicas de Saúde (UBS). Trata-se do Programa Academias da Saúde, cuja meta é construir quatro mil polos do programa até 2014. Até o momento, já estão habilitados 1.948 polos.

O Ministério da Saúde também orienta que as mulheres, ao entrarem na menopausa, procurem uma UBS. Principalmente, aquelas que apresentarem fatores de risco ou casos de osteoporose na família. Elas devem ter acompanhamento médico que, se necessário, poderá solicitar o exame de densitometria óssea, capaz de detectar a redução da densidade óssea: osteopenia (fase inicial da osteoporose) ou a osteoporose.

O SUS garante o tratamento, que pode ser feito nas unidades de saúde. Os medicamentos para o tratamento de osteoporose estão disponíveis tanto nas unidades do SUS quanto pelo programa Farmácia Popular. 

Novo ciclo –  A menopausa não significa, necessariamente, um período de saúde frágil. Ela marca o final do período reprodutivo da mulher. Nesta fase, entre 45 e 55 anos de idade, os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênio e progesterona de forma gradativa, até perderem de vez a capacidade de funcionar. Trata-se de um estágio na vida da mulher em que ocorrem diversas mudanças no organismo feminino que podem predispor o aparecimento e o agravamento de algumas doenças.

Também nesse período, uma parcela do sexo feminino pode apresentar uma série de sinais desconfortáveis, como ondas de calor, alteração de humor, insônia, depressão e diminuição do desejo sexual. É importante fazer exercícios físicos – que, inclusive, ajudam na questão da osteoporose – tomar sol pela manhã, caminhar, socializar com as amigas e fazer atividades em que a mulher se sinta útil.

Para o Ministério da Saúde, mesmo com os desconfortos mais comuns dessa fase da vida da mulher, é possível encarar a menopausa com naturalidade. O final do ciclo reprodutivo pode ser visto como um estímulo para iniciar uma nova etapa, com conquistas de experiências positivas.

Vitamina D: quando vale a pena suplementar?

Nem todo mundo consegue obter os níveis adequados de vitamina D pela alimentação ou exposição solar. E sabemos que ela é cada vez mais essencial à nossa saúde. Quando é necessário suplementar? Vamos descobrir agora!

Primeiro, é bom saber que além de seu papel protetor aos ossos, a substância possui outros potenciais preventivos ou até mesmo terapêuticos. De doenças cardíacas a câncer, boa parte das doenças crônicas tem menos probabilidade de aparecer quando os níveis da substância estão em alta no organismo.

Estima- se que entre 30 e 50% da população mundial, incluindo o Brasil (que é um país bastante ensolarado), apresente taxas inadequadas de vitamina D. Essa defasagem tende a ser maior nas grandes cidades, porque, dentro de casa, do escritório ou do carro, as pessoas não tomam sol.

Além disso, depois dos 50 anos a necessidade de vitamina D aumenta de aproximadamente 400 a 600 unidades para cerca de mil unidades diárias. Com o avançar da idade, nossa pele perde a capacidade de sintetizar a substância na quantidade necessária.

Para garantir um aporte adequado de vitamina D não adianta “torrar” ao sol ou comer salmão a semana inteira – Quando os níveis da molécula no sangue começam a diminuir, é recomendável estudar a possibilidade de recorrer à suplementação, ou seja, às gotas da versão sintética da vitamina. Além de contribuir com a osteoporose, o déficit desse hormônio provoca dores nos ossos e fraqueza. Bem indicados, os suplementos exibem altos índices de segurança. As doses recomendadas não oferecem o risco de intoxicação nem efeitos colaterais e devem ser acompanhadas por seu médico.

A vitamina D é tão importante porque sozinho o cálcio não consegue fazer nada pela nossa saúde. Ele precisa da vitamina D para assegurar sua absorção no intestino. Aliás, estudos recentes indicam que suplementar somente o cálcio pode aumentar o risco de calcificação das artérias o que precede ataques cardíacos. Quem tem mais de 65 anos também deve investigar suas taxas. E a vitamina D ajuda inclusive a evitar a perda da massa muscular e a sua reposição diminui o risco de quedas e de fraturas nos indivíduos que a apresentam abaixo do normal.

Tonalidade da pele e obesidade interferem na quantidade de vitamina D – A pele dos negros, por exemplo, tem mais dificuldade em sintetizá-la, e por isso, eles têm mais probabilidade de terem níveis insuficientes. Tudo porque a melanina, responsável pelo pigmento da epiderme, funciona como uma barreira natural contra os raios solares.

A vitamina D é normalmente armazenada no fígado e nas células de gordura — quando é requisitada, migra desse depósito para a circulação. Só que nos obesos ela acaba presa no tecido adiposo e falta vitamina no sangue. Mesmo quem se submete a uma cirurgia bariátrica não escapa do problema. Como alguns desses procedimentos promovem um desvio no intestino, há um comprometimento na absorção da substância. Para todos esses casos, a suplementação faz-se necessária.

Como ajudar seu organismo com mudança de hábitos

O banho de sol – O corpo fabrica vitamina D graças ao contato com os raios solares. O ideal é se expor diariamente em média 15 minutos entre as 8 às 10 horas ou entre as 14 às 16 horas. Passe o filtro solar no rosto e deixe pernas e braços livres, já que o creme limita a absorção da luz. No entanto, pessoas mais claras, que necessitam de proteção solar absoluta, conseguem sintetizá-las mais facilmente, se expondo menos de 15 minutos três vezes por semana.

Parceira do cálcio – Calcula-se que apenas 15% desse mineral vindo da alimentação é absorvido pelo intestino na ausência da vitamina D. É por isso que ela tem papel de destaque na prevenção e no controle da osteoporose. Não bastasse isso, estudos sugerem o seguinte: quem suplementa cálcio sem se abastecer de vitamina D corre mais risco de sofrer uma calcificação nas artérias, fenômeno que precede ataques cardíacos.

A pitada da alimentação – O sol é a principal fonte de vitamina D, mas o cardápio pode reforçar a cota diária. Para facilitar a vida, chegam agora ao mercado iogurtes e derivados lácteos enriquecidos com a substância.